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Tortura
A mentira descarada da esquerda!
23/05/2012   foto de capa: João Carlos Capotorto
vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=Vc18kQfdUHU&feature=related


O governo e seus cupinchas da esquerda não se cansam de usar o poder para atacar os militares e a ditadura com a mesma retórica de sempre: a de que foram torturados na época do regime militar.

Confundem liberdade de expressão com ideologia e fazem acusações inverídicas para receber indenizações e cargos públicos na base do apadrinhamento político.

Posso afirmar categoricamente porque também fui levado pela Operação Bandeirantes.

Em meados de 1.971 fazia cursinho no Objetivo para prestar o vestibular no final do ano. A escola estava situada no Edifício Gazeta em plena Av. Paulista. Eu era um aluno impetuoso e gostava de expressar o meu pensamento entre os alunos da minha classe e de outras também.

Pregava a liberdade de expressão, tão somente, e jamais a derrubada do regime militar, simplesmente porque o país crescia economicamente e oferecia inúmeras oportunidades de emprego à população que realmente queria trabalhar. Infelizmente, isso não se aplicava aos «esquerdopatas» daquela época, tampouco desta (leia "Esquerdopatas" no seguinte endereço: http://www.jornaldapaulista.com.br/site/page.php?key=3324).

O governo militar tinha planejamento e não se perdia como moscas varejeiras tentadas ao açúcar (corrupção, desvio de verbas e recursos públicos, golpes da mais alta administração pública até a mais baixa).

O que aconteceu logo após a transição dos militares aos civis? Nada de bom! Se entra uma fruta boa na cesta deles, em pouco tempo estará podre para poder acompanhar os bandidos de plantão.

E voltando ao tema da tortura, a Operação Bandeirantes esteve no Cursinho Objetivo logo após a denúncia que espalharam panfletos na escadaria da escola. Naquele dia cheguei atrasado. Assisti as duas aulas preliminares e assim que atingiu o intervalo para o lanche fui abordado por dois militares que me conduziram pela escadaria privativa do colégio.

A suspeita foi levantada pelo inspetor de classe, o Getúlio. E com razão! Eu brigava para falar o que queria, mas todo elemento que se mobilizava naquela época era interpretado como terrorista ou agitador. Mas, a minha briga se restringia a defender a democracia e nunca poderia imaginar que isso poderia estar exaltando alguém a integrar um movimento para a derrubada do governo. Não era essa a minha intenção, pois eu nunca fui e tampouco serei comunista. Seria uma contradição apoiar uma ideologia totalmente contrária à diversidade de ideias, onde uma casta política impede o povo de designar os seus destinos, as suas opções e preferências. Isso é a ditadura de esquerda. A pior e a mais nociva que existe. Veja a infelicidade de um povo que vive a décadas sob o regime comunista imposto por Fidel Castro em Cuba e outros países como a China, Coréia do Norte e demais nações governadas por regimes de exceção.

Levado ao interior do camburão do Exército, dirigiram-se à Rua Tutóia, nas dependências de uma delegacia que futuramente veio a abrigar o DOI-CODI . A essas alturas, o receio de algo mais grave poderia acontecer se abateu sobre mim. Fui colocado numa pequena sala, quando alguns oficiais militares iniciaram uma série de perguntas. Queriam descobrir qual era a minha ideologia política, que curso desejava prosseguir no ingresso de alguma faculdade, as minhas ligações com movimentos partidários e, principalmente, «onde ficava a gráfica que espalhou os panfletos na escadaria daquele colégio». Eu desconhecia esse local por não pertencer a esses movimentos de esquerda. Tampouco me interessava.

Um deles estava mais exaltado e chegou a dar um chute no meu pé, mas nada além disso ou que tenha me machucado.

Quando viram que eu não tinha nenhum envolvimento com essas pessoas, me libertaram. Isso tudo levou aproximadamente 3 horas. Agora pergunto: Isso é motivo para pedir uma indenização por tortura? Para esse pessoal que não se apega à verdade, à honestidade, à honra, ao patriotismo, ao civismo, infectados por um ranço cultural que molesta a nossa sociedade, herdado de alguns ancestrais que aqui se instalaram, sob o jargão do «quero levar vantagem em tudo» ou «o que é meu é meu e o que é seu é meu também», se aplica. E essa é a bandeira do PT, PC do B e tantos outros partidos de esquerda disseminados pelo país afora.

Até poucos dias fiquei sabendo que a nossa «presidenta» vai receber uma indenização por tortura. Teria sido ela vítima com a gravidade ou educação com que me trataram no mesmo edifício ou sala que transitei, praticamente na mesma época? Ou seria como outros aproveitadores da esquerda: ganhar um dinheiro extra, retirado de nossos suados impostos? Afinal, ela deve ganhar mesmo uma mixaria, tal qual ganhou o Lula e sua família, todos milionários, com o miserável salário que receberam da presidência.

Seria bom que assistissem ao vídeo dos políticos da Suécia, que trabalham por amor à pátria sem receber salários (vide o vídeo acima).

Uma coisa eu garanto: não estou envolvido em sequestros, assassinatos e roubos aos cofres alheios. E sou patriota!


João Carlos Capotorto
Editor do Jornal da Paulista
joaocarloscapotorto@gmail.com

Leia o artigo "Esquerdopatas"











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