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Fabio Porta sollecita risposte rapide in relazione degli impiegati la rete diplomatico
Roma, 02 febbraio 2012 - L’on. Fabio Porta è intervenuto presso il Ministero degli Affari esteri per sollecitare l’adeguamento delle retribuzioni dei contrattisti assunti secondo la legge italiana e in attività presso le ambasciate, i consolati e gli istituti di cultura. Tali retribuzioni, infatti, sono ferme da ben undici anni, con conseguenze facilmente immaginabili sul mantenimento del potere d’acquisto dei lavoratori interessati. In una lettera indirizzata al Direttore generale delle risorse umane del MAE, Ambasciatore Giovan Battista Verderame, l’on. Porta ha richiamato la decisione del Consiglio di Stato che ha dato il via libera agli adeguamenti, sui quali tuttavia nelle sedi decentrate ancora non si è ancora proceduto concretamente. La stasi di oltre un decennio nelle retribuzioni, ha sottolineato il parlamentare eletto nella ripartizione dell’America Meridionale, ha provocato conseguenze pesantissime sulle condizioni di vita e di lavoro dei contrattisti. «In Brasile, ad esempio, - ha dichiarato Porta - il loro potere d’acquisto dal 2003 si è contratto del 70%, a causa di un’inflazione valutata al 45% e del continuo apprezzamento del real sull’euro. Molti hanno dovuto rinunciare ai piani di assistenza medica, essenziali in America Latina, e alle altrettanto necessarie rette scolastiche per i figli. E tutto questo accade mentre sui contrattisti continua a riversarsi il sovraccarico di lavoro dovuto al crescere delle funzioni ...


A segurança do governo petista
O vocativo usual nos discursos de Getúlio Vargas, «Trabalhadores do Brasil!», representava uma fórmula positiva de contato político, por tornar emblemático um atributo que expressava a corresponsabilidade do povo com o desenvolvimento do País. Fazia o ditador uma cooptação da sociedade, a fim de manter com ela um ‘diálogo produtivo’, pois, em contrapartida, o povo reconhecia-se um ‘interlocutor’, mesmo que só se restringisse à síntese de suas emoções:»Pai dos Pobres!», «O Bom Velhinho!» O vocativo getulista incorporava todas as categorias, sem a exclusão discriminatória desta ou daquela profissão, deste ou daquele ofício. Opostamente, João Goulart, nos seus pronunciamentos, dividia o povo em subclasses de trabalhadores, somente reconhecendo como tais, os sindicalistas, os operários, os metalúrgicos e, da parte hierárquica das Forças Armadas, soldados, sargentos e marinheiros. Era norma, nos seus discursos, exortar esses setores, não para acentuar-lhes a sua importância no desenvolvimento da Nação, mas para desestruturá-la, principalmente por meio da indisciplina na caserna, visando à anarquia e, por conseguinte, à instituição de um regime de força. Pretendia arrebanhar para as suas hostes o proletariado e os militares que considerava suscetíveis de qualquer ato indisciplinar. Para Jango, essas eram as classes populares. Quanto aos demais trabalhadores contribuintes e empresários que sustentavam economicamente o seu governo, não preenchiam os inflamados discursos, a não ser como alvo de sua ira, insuflado pelo arruaceiro cunhado Brizola. Agricultores não eram trabalhadores, mas as ligas camponesas, sim.





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